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Novo beta de TESO

Mais um beta de TESO a caminho

É isso mesmo, pessoal. O twitter oficial do game confirmou ontem o que deve ser o último beta de TESO e hoje já foram distribuídas várias chaves pra quem tinha se cadastrado e ainda não havia conseguido. Como já fizemos da última vez, arrumaremos mais algumas chaves para serem repassadas em nosso twitter (@pressakeybrasil), então aproveitem agora mesmo para seguir a página. Continue reading

Revelações nada reveladoras

Tudo que tenho a dizer é que, depois das ações de marketing da Ubisoft usando a página do Facebook para instigar os fãs de Assassin’s Creed, com seus diversos teasers supostamente sem pé nem cabeça, essa jogada marketeira deu com os burros n’água. Se a tentativa era movimentar o público para o anúncio, que fora prometido há eras e realizado no último dia 5, sobre o novo AC, a Ubisoft deve ter ficado muito frustrada. “Droga… quem iria imaginar que iriam prestar TANTA ATENÇÃO nos nossos teasers?”, pode ter pensado o pessoal da empresa. “Hã… QUALQUER UM????”, penso eu. “Bah, mas essa jogada foi fantástica sim… todo mundo foi pra página deles, todo mundo se mobilizou e etc.”, você pode pensar. Eu vos digo: a movimentação ocorreu ATÉ a divulgação das descobertas no teaser. Fato esse *revelado* pela expectativa criada para a divulgação oficial do AC: Revelations. Pouca gente acompanhou a notícia com ânsia, até porque já se sabia que será lançado esse ano, já se sabia o nome do novo jogo, já se sabia que Altair… espere… será Ezio, ao contrário das indicações dos teasers, mostrando o nome de Altair pra lá e pra cá? DE NOVO? AAAAAAAAHHHH, espertinhos!!! E essa foi a grande revelação do anúncio.

Ficando velho, hein…

No último episódio da “trilogia de Ezio”, como foi chamada, o protagonista correrá e pulará pelos mesmos caminhos trilhados por Altair, assim como enfrentará os malditos templários, que nunca o deixam em paz. Mas a grande atração da sequência é que, como seu nome diz, muita coisa da história será revelada, e você finalmente não vai mais ficar a ver navios, sem entender bulhufas. Alexandre Amancio, creative director da Ubisoft, deu uma entrevista bastante interessante à Game Informer, citando como várias histórias poderão ser entendidas melhor com o Revelations – e o porquê de todo esse paparico com o Ezio -, como está o desenvolvimento do título e uma breve pincelada do que podemos esperar para o ACIII (em inglês).

Mas deixando um pouco os Assassinos de lado, a Blizzard *revelou* (ahn? ahn?), no último dia 9, um decréscimo no número de assinantes do MMO World of Warcraft, caindo de mais de 12 milhões de viciados, número alcançado após o lançamento da expansão Wrath of the Lich King, para “apenas” 11.4 milhões. Seria esse o início do fim da hegemonia? Parafraseando um desses vídeos bestas e famosos do YouTube, “hanram, Cláudia, senta lá”. A IGN frisou muito bem: uma boa parte destes 12 milhões faz parte do mercado chinês, que ainda não recebeu a expansão Cataclysm. Então, esses números podem acabar não representando muita coisa.

Continuando no ramo de revelações esperadas, essa foi tão esperada que ninguém esperava mais por ela. A Blizzard vai abrir a fase de beta testing de Diablo III (finalmente!) no terceiro trimestre do ano. Ninguém sabe se ele será aberto ou fechado, mas a data de lançamento do jogo – que é o mais importante -, ainda não foi divulgada. Mike Morhaime, presidente da Blizzard, citou mais uma vez que gostaria de vê-lo sendo lançado ainda esse ano, mas nenhuma data foi definida ainda. Pra mim, Mike Morhaime é um troll de altíssima categoria 😉

Revelações de Assassinos, Jedis e Bolas de Aço

Para bom entendedor, apenas o título basta. Como você já deve ter imaginado, o post é sobre o supostamente novo Assassin’s Creed e sobre  os guerreiros futuristas mais famosos do mundo de Star Wars: The Old Republic. Os rumores acerca dos dois títulos bombam pelos quatro cantos da Internet e, enquanto o primeiro é ainda apenas um boato, o último já está a pleno vapor e imagens e vídeos pipocam pra lá e pra cá na grande rede, e o site oficial está à procura de testers para o MMO.

Boato ou verdade?

O novo Assassin’s Creed nem foi divulgado ainda e os boatos estouram, e não é à toa. Primeiro, a Ubisoft já deixou claro que um novo Assassin’s Creed deve ser lançado ainda esse ano (como foi falado lá em Fevereiro, no post Curtinhas 002), o que já causou nos fãs ataques de ansiedade. Depois, há poucos dias atrás (mais ou menos dia 29 de Abril), um post na página do Facebook do jogo anunciou um teaser em que pouca coisa dava pra ser entedido e logo foi tirado do ar, mas rapidamente surgiram as conversas e foi descoberto um logo do jogo e o nome de Altair em árabe – pra quem não lembra, Altair é o main char de AC 1. A Ubisoft não comentou nada sobre o assunto, o que aumenta as suspeitas – já que não negaram – de que seja algo concreto, mas todas as nossas dúvidas serão tiradas esse mês.

Por outro lado, Star Wars: The Old Republic está indo de vento em popa, surgindo como mais um candidato a desbancar WoW (juntando-se a ele, estão Rift e DC Universe Online, já comentados em posts anteriores aqui no blog), e essa candidatura obtém mais força a cada dia. Segundo a EA, em reportagem veiculada pela GameVicio, SWTOR já possui cerca de 1,5 milhão de jogadores inscritos para testá-lo, ainda como closed beta, e a expectativa da EA é de 12 milhões de viciados após o lançamento, que deve acontecer nos próximos meses – segundo trimestre -, apenas para PC. Abaixo, tem um dos vários vídeos já lançados do jogo e, devo comentar, o gameplay parece ser fantástico.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hTrr3FqL35c]

Por fim, pra quem estava esperando mais uma notícia do badass, aqui vai os requisitos mínimos e recomendados de Duke Nukem Forever, que deve sair nos dias 10 (EU) e 14 (US) de Junho:

Especificações mínimas:

  1. OS: Windows XP/Vista/7
  2. Processador: Intel Core 2 Duo@2.0 Ghz Athlon / AMD 64 X2@2.0 Ghz
  3. Memória: 1 Gb
  4. Hard Drive: 10 GB livres
  5. Memória de vídeo: 256 MB
  6. Placa de Vídeo: nVidia GeForce 7600 / ATI Radeon HD 2600

Especificações recomendadas:

  1. OS: Windows XP/Vista/7
  2. Processador: Intel Core 2 Duo@2.4 Ghz Athlon / AMD 64 X2@2.6 Ghz
  3. Memória: 2 Gb
  4. Hard Drive: 10 GB livres
  5. Memória de vídeo: 512 MB
  6. Placa de Vídeo: nVidia GeForce 8800 GTS / ATI Radeon HD 3850

Sony contrata. EA também. E dá-lhe mais MMO!

A Sony Entertainment está procurando um programador sênior para um projeto que, embora digam que está ficando desgastado, ainda deve dar muitos frutos (leia-se grana) para a empresa: God of War. Provavelmente, querem pegar a fatia de mercado que nunca conseguiram (até porque não lançam quase nada pra ela), os jogadores de PC. Mas, pra inovar – claro, não pode simplesmente lançar os jogos pra PC -, eles pretendem fazer um jogo novo, bonito e tinindo; pra variar, um MMO! Afinal, é só o que sai pra PC: MMO e FPS. Mas enfim: quem acha que se encaixa nos quesitos indicados na notícia, tenta mandar e-mail pro pessoal da Sony e bons ventos =)

Mas melhor ainda é o anúncio da EA. Eles estão procurando por arquiteto web para o novo MMO que pretendem desenvolver (e isso é tudo que teremos sobre o projeto em si, além de que ele será revolucionário e extremamente desafiador pra quem o aceitar). Vamos às partes legais:

"Challenge everything"... and evry1

“Sejamos claros. Não estamos procurando por qualquer um. Procuramos por um web ninja que está por dentro de todas as tecnologias web (…). Se as tecnologias web têm como base cinco blocos chave, você seria Voltron – Defensor do Universo Web.”

“Aplicações multi-thread? Tá de brincadeira? Super-hiper-mega-thread. ‘Eu como isso no café da manhã’. E quando alguém te pergunta se você é multilíngue, você responde: ‘Sim. Java, C++, C#, Python, só pra citar algumas…’.”

“Você sonha em código.”

“Você pode dizer a si mesmo que essa pessoa não existe, é o unicórnio que todos procuramos. Nossa resposta seria ‘próximo’. Mas se você acredita que este é você e tem provas de ser o escolhido, então te imploramos a fazer parte de um dos melhores e mais inteligentes times.”

Champions Online

Depois de muito o que se falou sobre DC Universe e do anúncio do Champions Online gratuito, eu resolvi começar a jogar o último para dar uma base do que você pode esperar dele. Na verdade, eu “voltei a jogar”, já que eu criei alguns personagens no demo do game, quando ele ainda era pago. Muito do que eu esperava do CO quando ainda jogava o demo virou realidade ao passar essa semana jogar, com algumas novidades, umas boas e outras nem tanto. Então, vamos pressionar a tecla pra começar!

O jogo é sim divertido, por mais tempo do que você possa ter achado. Embora não tenha tantos mapas assim, eles são um pouco grandes (nada como um World of Warcraft, em que as regiões são vastas, e existem MUITAS regiões), mas são bem explorados. Todavia, você vai realizar várias missões em lugares que são bem parecidos (pra não dizer idênticos) uns com os outros. Se você já jogou City of Heroes, deve saber do que estou falando. O gráfico não chega a ser tão exigente, mas é bem colorido e divertido, com traços imitando o estilo dos bons e velhos quadrinhos de super-heróis que você já se acostumou a ler, sendo esse um dos pontos cativantes do CO, embora isso venha a se tornar chato depois de um tempo. A interação com os objetos de cena também é bem legal, onde você pode pegar diversos objetos, tais como bancos de parque, postes ou carros e jogar nos seus inimigos. Porém, o jogo peca em vários aspectos, tais como glitches e stucks, e o desbalanceamento dos personagens.

A primeira grande diversão do jogo é a criação do seu herói. As opções para sua criação são fantásticas, tornando todo o processo de montagem algo bastante divertido, deixando a sua criatividade fluir e os resultados geralmente da forma que você pensou. Talvez seja por causa desse nível de abstração na criação do seu personagem que você fica satisfeito com o jogo: você vê aquele ser que estava em sua imaginação, seja ele bestial, asqueroso ou belo, tomar a (quase) exata forma, o que é gratificante, e você acaba criando um vínculo com ele. Quando ainda jogava a demo, eu criava diversos personagens, sendo ou não da minha cabeça, apenas pelo prazer e diversão de criá-los (moldei, inclusive, vários personagens dos quadrinhos, como o Silver Samurai e o Capitão América – modéstia à parte, ficaram muito parecidos).

Depois de criar seu personagem, você vai entrar no tutorial. Ele é divertido e já te dá uma visão geral de como será o jogo durante os próximos dias meses. Logo, se você iniciou o game e não gostou do que viu, é bem possível que você não vá gostar dele como um todo (ao menos, é a minha impressão). Além disso, o próprio game é intuitivo e, se você já jogou algum outro MMO na vida, não terá problemas em lidar também com esse. Caso não tenha jogado, você também não precisa se preocupar muito. O game tem duas opções de configuração, a Control Scheme e a Key Bind Set. A primeira altera sua visão para uma que você está acostumado. Por exemplo, na visão Shooter, fica uma mira na tela, como os jogos FPS. A segunda altera as configurações padrão das teclas para uma ambientação diferente, tais como controles de jogos FPS ou jogos de “fantasia”. É uma sacada interessante, pois a curva de aprendizado é menor e você fica familiarizado bem mais rápido.

Você também tem suas perícias (ou skills), em que você pode criar armas, dispositivos ou magias para usar. Basicamente, você pode escolher entre três, mais ou menos como citado: Arms, Science e Mysticism, onde cada “escola” tem uma relação maior com algumas habilidades e problemas com outras, e possuem especializações. Você aumenta sua perícia a partir de Pesquisa e Desenvolvimento: com a Pesquisa, você “testa” elementos e objetos daquela escola, que serão transformados em matéria base usada no Desenvolvimento de outros elementos e objetos, que podem ser aprendidos comprando as receitas (“blueprints”, como é chamado) nos skill trainers. Não é novidade, já é corriqueiro nos MMOs atuais.

As interações e os cinematics do Champions também são bem legais, embora você vá notar os primeiros problemas do jogo aí. Às vezes, o vídeo parece lento e mal sincronizado. As legendas do cinematic do Canadá estão fora de sincronia e, de vez em quando, dá umas travadas, o que dá uma má impressão ao jogador que está entrando. Mas outras são bem interessantes, tipo o encerramento do tutorial, em que você recebe a chave da cidade do prefeito (não vou dar detalhes, mas acho que você vai achar bem interessante). Também temos o lance dos objetos do cenário, como citado anteriormente. Você é um super-herói, ora bolas! Você pode levantar postes! Então faça isso e detone seus adversários. Além disso, temos as áreas e os NPCs. Você pode estar passeando tranquilamente quando, de repente, o banco está sendo roubado ou o prefeito está dando um discurso e você está no lugar certo e na hora certa pra ajudar. Você não precisa pegar a quest com ninguém. Você simplesmente está lá, vai ajudar e pronto! Quanto aos NPCs, existem aqueles em que você vai lá e pega as quests, como acontece em qualquer MMO, e tem aqueles pobres transeuntes que precisam de uma ajuda sua e eles vêm pedir! Grande sacada, Cryptic!

Mas nem tudo são flores. Nas várias e várias missões que você vai fazer, você vai olhar ao seu redor e perceber: “Peraí, eu não já vim aqui antes?”. E você vai ter por várias vezes esse pensamento. Você também vai se perguntar “Tá acabando as quests desse lugar, é?”, mas é só você ir pra outro mapa, que você vai ver mais quests (embora com ambientes parecidos ou com objetivos semelhantes), mas ao menos essas quests geralmente não são muito longas. Outra coisa é o PvP, onde temos algumas opções. Por enquanto, eu só participei dos Hero Games, onde existem dois modos: Cage, que lembra um UFC, com um octógono central cercado por grades (sendo que, no final, você mal vai ficar na arena) e o Zombie Apocalypse, mais um mini-game estilo survival da mais nova modinha entre os jogos: como o próprio nome diz, zumbis (na moral, já tá irritando essa história de colocar zumbi em tudo que é jogo). Você não vai ter batalhas épicas na jaula nem ficar em aflição com a quantidade de zumbis ao seu redor, mas dá pra tirar um pouco o foco das missões (definitivamente, não é um Battleground de WoW).

O som não empolga, mas também não compromete: cumpre o básico. As narrações, embora algumas sejam interessantes e engraçadas, não são empolgantes, assim como a música e os efeitos sonoros.

O desafio do jogo também não é dos maiores, a depender do personagem que você criou. E é aqui que a gente percebe como o jogo pode ser desbalanceado. Um personagem pode fazer quests de 3, 4 ou até 5 níveis acima do dele tranquilamente, enquanto outro não pode fazer quests do seu próprio nível sem a ajuda de outra pessoa. Para ambos os lados, isso tende a ser frustrante. Para se ter um desafio com meu personagem do arquétipo Blade, por exemplo, tenho que entrar em áreas e realizar quests acima do meu nível, e só assim eu sou “testado”, enquanto eu criei outro do arquétipo Mind e toda quest era uma batalha épica.

Contudo, vários dos defeitos são contornados pelas várias qualidades do jogo. Mas, se você ainda acha que alguns defeitos não são compensados pelas qualidades ou se acha que outros defeitos não são compensados por nada, lembre-se que o Champions Online agora é gratuito! Pra mim, já compensa =]

NOTA: 7,5

Outras Notas e Reviews: Gamespot: 7,5 // IGN: 7,6 // EuroGamer: 6 // MMOSite: 6,9

Motivos superpoderosos para adquirir (ou não) o DC Universe Online e uma bela novidade

Provavelmente, alguns dos que estão aqui me lendo estão loucos na dúvida se vão agora mesmo em alguma loja, seja ela física ou virtual, comprar o game número em downloads pela Amazon.com (notícia dada ontem pelo John Smedley, de quem falei no post anterior. Pois bem, eu também estou. E vou mostrar agora alguns motivos que me fazem permanecer na dúvida (muito embora eu já esteja pendendo pra um lado):

Será tão legal assim lutar ao lado deles?

Motivos que me fazem querer ir à loja:

  1. Eu não tenho PS3 ou XBOX360! Dessa forma, eu tenho limitações de títulos interessantes para minha plataforma de jogos (PC). Falei um pouco disso no post anterior;
  2. Ver o mundo da DC em um game é sempre empolgante. Imaginem agora esse mundo construído com a mais alta fidelidade, com personagens criados por você jogando AO LADO do seu herói OU vilão favorito;
  3. A interface com o player parece estar muito bem construída, com cenários muito bem montados e facilmente reconhecíveis pelos fãs dos quadrinhos, a dublagem dos personagens está legal
    (Coringa é sempre um personagem de destaque, e seu voice acting faz jus a isso) e as batalhas estão interessantes e divertidas (ao menos, ao que se percebe nos vídeos);
  4. A oportunidade de criar aquele seu personagem com o máximo de detalhes possível é legal (muito embora não aparenta ser tão rico quanto o Champions Online), e as armas e todas as outras bugigangas que você sai pegando enquanto joga não necessariamente mudam sua roupa.

Motivos que me fazem dar valor ao meu dinheirinho:

  1. O jogo não é tão barato, pelo menos, aqui no Brasil, que pode sair por até 120 reais, já que você precisa ter um cartão de crédito internacional (ou seja, comprar em dólar) ou comprar por uma dessas lojas legais tipo a THSGamers (sem propaganda). Se você compra por uma loja, sai pior, porque você tem que comprar o GameCard do jogo pra poder ativar os 30 dias que você tem direito ao comprar a CD-Key, como normalmente acontece atualmente com os MMOs. Mandei um email para o suporte da loja THSGamers apenas para confirmar e a resposta está abaixo:

    E como se não bastasse, outras opções como o Steam têm IP block para a compra em alguns países, inclusive o Brasil;
  2. Muitas pessoas que estavam jogando o beta disseram que o jogo era repetitivo e que era fácil passar de nível. A julgar pelo fato de o nível máximo ser 30, sei que enjoaria muito fácil do game. Na época em que comprei City of Heroes, a reclamação era a mesma, mas ainda assim o comprei. Nem cheguei a completar os 30 dias de jogo ganhos com a CDKey. Sei que as reclamações eram com o beta, mas os reviews que li também reforçaram isso, embora com menos veemência;
  3. Vários bugs daqueles que enchem o saco já foram reportados e os servidores vivem abarrotados, logo as pessoas, principalmente com uma banda de internet não tão grande, têm dificuldades com os lags e com a demora pra entrar no servidor;
  4. A interface do jogo aparenta ser mais voltada pra um controle do que pro bom e velho teclado e mouse. Parece que o carinho foi todo pro PS3 e o PC ficou com o resto.

Ao meu ver, o lado de dar valor fala mais alto. Os empecilhos têm um peso muito maior (e não só no bolso), pois, assim como eu, você pode ficar MUITO arrependido em gastar uma grana preta comprando a CDKey (E O GAMECARD) e acabar enjoando do game em metade do tempo que lhe resta.

Mas pra alegrar as pessoas que eu possa ter desanimado pelo que acabei de dizer, há pouco tempo vi uma notícia que me motivou a deixar de vez minha escolha por DCUO: Champions Online: Free For All!!!
Exato, Champions Online agora segue o esquema de vários MMOs, como D&D Online, também da  Atari, e vai ter o velho esqueminha de “o game é de graça, mas tem umas coisinhas legais pra você comprar aqui na minha loja online”. Provavelmente, é uma estratégia pra tentar competir com o sucesso de DCUO (uma estratégia bem interessante, diga-se de passagem), mas que vem sendo adotada por quase todos os MMOs atuais, então base para eles terem tomado essa decisão eles têm. Se ela terá sucesso, só o tempo dirá.

Pra terminar, dar-lhes-ei uma segunda e uma terceira opiniões: os reviews da Gamespot e do FuriousFanboys.com. Além disso, aqui está a entrevista em que o produtor executivo do Champions Online Shannon Posniewski falou sobre o lançamento do CO gratuito (em inglês).
E uma boa sorte em sua decisão.

Só o Flash poderia ser tão rápido (e arrebatador)

Quem ganha em uma corrida entre o SuperMan e o Flash ao redor do planeta? A Sony, claro!

O presidente da Sony Online Entertainment, John Smedley, confirmou em seu twitter ontem o sucesso estrondoso que o DC Universe Online, lançado dia 11 de janeiro, vem tendo em tão pouco tempo. Segundo ele, o DCUO é o jogo de vendagem mais rápida da história da companhia e acrescenta ainda que foi o jogo mais vendido no Steam na última semana. O sucesso foi tanto que eles tiveram que correr atrás pra colocar mais quatro servidores (2 US e 2 EU) em funcionamento no dia 18, ou seja, com apenas uma semana de lançamento.

Mais uma volta do Flash na Terra pra espalhar o DCUO

Mais uma volta do Flash na Terra pra espalhar o DCUO

Smedley ainda cita que a porcentagem de vendas entre as plataformas do jogo está 52% para o PS3 e 48% para o PC. Tiro disso que:

1) Isso PODE SER uma mostra de que esse nicho é altamente rentável. “Espere aí, King, depois de tudo que foi dito aí, por que você ainda diz que pode ser?”, você pergunta. Eu respondo: porque o DCUO vendeu tanto assim por ter sido baseado em algo com anos de história e consolidação, que é a DC Comics. Garanto que, se a SOE pegasse o MMO City of Heroes/Villains ou o Champions Online (cito esses pois são os que têm mais em comum com o DCUO), o sucesso não seria o mesmo, pois não teriam a marca, o selo de qualidade DC. Até eu, que gosto mais da Marvel que DC, quero sentir como está o jogo (mas estou vacilando pra comprar – explico mais tarde, em um próximo post).

2) O PC vai ser ainda mais abandonado pelas empresas de games (o que me deixa triste). Basta tirar os últimos grandes lançamentos pra PC e pras outras plataformas. O grande foco hoje em dia de jogos para PC é jogos FPS e MMO, com os jogos de outros gêneros sendo lançados mais remotamente, muitas vezes com atraso e/ou sem o devido respeito. Percebemos isso, por exemplo, com Assassin’s Creed: Brotherhood, lançados em meados de novembro do ano passado para PS3 e X360, mas só será lançado dia 22 de fevereiro desse ano para PC. Honestamente, eu acho um desrespeito para com os fãs da série e com os donos de PC em geral ter um dos maiores destaques no mundo dos games atualmente sendo lançado mais de três meses depois para essa plataforma. Se fazem isso de agora, quem garante que isso não acontecerá com MMOs também?

Você pode até estar achando que é um pouco de paranóia minha, mas depois de tanto tempo caçando e esperando por títulos dignos para meu desktop, é mais fácil andar com uma pulga atrás da orelha.

Até porque eu não tenho tanta grana quanto o Bruce Wayne (ou o John Smedley)…