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Lançamentos do Mês – Mar/2011

Estou de volta mostrando os principais títulos que foram ou estão para ser lançados neste mês de Março. E é bom prestar atenção porque a lista está quente nesse mês:

RiftRift: como foi falado sobre ele no post Rift: Impressões, o MMO chegou no último dia 3 com muita badalação, expectativas e mais de um milhão de assinaturas. Rift chega com a promessa de ser o chamado “MMO da nova geração”, na difícil missão de desbancar o praticamente invencível World of Warcraft. Para que consiga alcançar o topo, anos de desenvolvimento resultaram em gráficos maravilhosos, belas animações, uma forma inovadora de escolher classes (com várias subclasses sendo montadas a partir de classes básicas, através de build trees) e aleatoriedade de batalhas.

Dragon Age IIDragon Age II: o RPG sucesso de crítica e vendas volta com tudo no dia 8. Com uma história interessante e com muitas deixas para a história inicial – o que dá a idéia de um jogo intrinsecamente conectado ao outro -, um sistema de batalhas mais preciso, e gráficos exuberantes, Dragon Age II tem tudo para arrebentar ainda mais que seu predecessor e já é cotado como favorito para a premiação de Jogo do Ano.

Shogun 2: Total WarShogun 2: Total War: 10 anos depois, o shogunato retorna no dia 15 com gráficos fantásticos e prometendo ser mais desafiador. Embora a série Total War tenha um histórico de Inteligência Artificial problemática,  tem se falado que, dessa vez, a IA não será problema. Esperamos que isso seja verdade, então comece a trabalhar seu raciocínio, a fim de que suas estratégias estejam mais afiadas que a lâmina de uma katana.

HomefrontHomefront: Muito tem sido comentado sobre esse FPS que se passa no ano de 2027, por tudo que foi investido nesse game. Pra começar, o game tem roteiro do escritor John Milius (Apocalypse Now e Conan, o Bárbaro), o que já enriquece o material. Além disso, os gráficos e animações estão bem caprichados e a tensão pode ser já nos trailers do jogo. Pena que tudo o que tem sido falado e visto só poderá ser experimentado por nós no dia 15.

Crysis 2 Crysis 2: 11 entre 10 PC gamers, no mínimo, já ouviram falar de Crysis e no impacto causado por ele na indústria, de um modo geral e, principalmente, na influência causada nos FPS que vieram depois. Tido como referência para percebermos se um desktop roda os principais jogos da época (frases como “se seu PC roda Crysis no máximo, ele é uma supermáquina” eram comuns na epóca), seu retorno triunfal está marcado para o dia 22.

Assassin's Creed: BrotherhoodAssassin’s Creed: Brotherhood: Depois de muito enrolar, encontros e desencontros, e postergar o lançamento desse título para o PC, tenho certeza que todos nós esperamos que AC: Brotherhood esteja a partir do dia 17 – quatro meses após seu lançamento para PS3 e XBOX360 – na prateleira das nossas lojas preferidas, como prometido – e visto no post Curtinhas 002.

The Sims MedievalThe Sims: Medieval: pra quem gosta do simulador de “vida cotidiana”, mas estava cansado de sempre ter que consertar seu computador virtual, apareceu uma nova temática para desafiar: viver sem computador, na época medieval. A partir do dia 22, os fãs da série The Sims terão novos desafios em um tempo remoto e nunca visitado.

Shift 2 Unleashed: Need for SpeedNeed for Speed: Shift 2 Unleashed: no dia 29, chega às lojas a sequência de N4S Shift, que veio para bater de frente com seu grande concorrente, a aclamada série de corrida Gran Turismo. Depois do fiasco do primeiro título, vários detalhes foram tratados cuidadosamente e espera-se que Shift 2 Unleashed apague a má impressão causada.

Rift: Impressões

RIFTUm jogo com 1 milhão de assinaturas e ainda nem foi lançado. Esse é resultado de um campanha publicitária forte e organizada e de uma equipe de desenvolvimento (que parece ser) empenhada para tornar Rift o maior MMO desde a chegada do todo-poderoso World of Warcraft. Previsto para ser lançado amanhã, dia Primeiro de Março, nos EUA (ou 4 de Março, na EU), ele promete ser a “nova geração” dos RPGs Online. Por isso, nada mais justo do que tecer alguns comentários dessa empreitada.

Primeiramente, falemos um pouco da história. Infelizmente, a história é muito meio batida: está tendo uma guerra (nossa!) entre duas facções (Aliança e Horda Guardiões – em resumo, time dos que abraçam os deuses – e Desafiadores – em resumo, time dos que rejeitam os deuses) e, do nada (lógico), começam a aparecer alguns portais (ou fendas – em inglês, Rift) que levam a outros planos e deles saem seres estranhos e bizarros (UAU!) baseados nos elementos (Terra, Fogo, Vento, Água, Coração Vida e Morte). O legal é que, quando eu falei o “do nada, começam a aparecer…”, é literalmente DO NADA! Então, acostume-se a ter sua amada cidade atacada brutalmente enquanto você está do outro lado do mapa matando – provavelmente – plantinhas monstros ferozes. Sim, a história não me cativou muito, principalmente quando se tem WoW como comparação.

Uma coisa que agrada é a construção do personagem. Sua riqueza em customização é um tanto interessante (definitivamente, não tão legal quanto a criação de personagens em Champions Online), com muitas opções para você criar um personagem próximo do que você quer. Na minha opinião, o número de raças poderia ser maior, mas acho que todos já estão acostumados com aquele tipo de “três raças básicas, especializadas em agilidade, força e inteligência, que juntas combinam-se fatal e perfeitamente”. Ainda que essa mesmice me irrite, eu tolero. Até porque, em Rift, eles compensaram nas classes, pois você ser praticamente qualquer coisa, a partir de uma classe base – graças à boa e velha idéia das Build Trees, aperfeiçoadas por WoW e “copiadas”, a partir de então, por vários MMOs que vieram depois. A partir da build que você escolhe, você monta uma subclasse daquela classe, tal como uma classe de prestígio – os jogadores de RPG, principalmente D&D, devem me entender.

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Os gráficos são bem legais, muito bonitos e detalhados. Mas, como nós sabemos, gráficos exigentes têm uma demanda de hardware razoável, o que pode afastar algumas pessoas da satisfação de participar desse mundo.

Gráficos exuberantes e exigentes

Os requisitos do jogo são:
Especificações mínimas: Processador: Dual Core 2.0 GHz ou melhor; RAM: 2 GB; Espaço em HD: 15.0 GB; VGA: Nvidia GeForce FX 5900, ATI/AMD Radeon X300, Intel GMA X4500, ou melhor
Especificações recomendadas: Processador: Core 2 Duo 2.2 GHz ou melhor; RAM: 4 GB; Espaço em HD: 15.0 GB; VGA: Nvidia GTS 250 ou melhor (Desktop), ou Nvidia GTX 200M series ou melhor (Notebook)

Quanto à jogabilidade, não posso julgar, já que não joguei. Porém, os controles são basicamente os mesmos dos MMO de ação atuais – WoW, por exemplo -, então só fico devendo aqui a experiência de jogo. Fora isso, digo a vocês: Rift é um jogo promissor. Um mundo que parece valer a pena explorar, em meio a tantos títulos, gratuitos ou pagos, de MMO existentes no mercado. Agora, se essa “nova geração” desbancará o maior de todos, só o tempo dirá.

Outros previews em: MMORPG.com, GamePro, GamingHeaven